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Le Passage to India

A Le Passage to India é uma DMC fundada em 2004, com sede em Noida (região metropolitana de Delhi) e parte do grupo Destination Services. Tem escritórios próprios em toda a Índia e empresas parceiras no Nepal, Butão, Sri Lanka e Maldivas, com mais de 200 pessoas em campo e contratos com mais de 3.000 hotéis (cerca de 500 mil room nights por ano). Foi a primeira DMC indiana com certificação ISO 9001:2015, tem certificação GSTC e recebeu cinco vezes o National Tourism Award do governo indiano. As linhas de produto incluem circuitos clássicos, luxo, vida selvagem e aventura, praia, golfe e MICE, além de saídas garantidas em inglês, alemão, italiano e espanhol.

Ideal para:

Cultura e patrimônioFIT de luxoVida selvagemGolfeGrupos e MICEBem-estar
  • Cinco países, um parceiro: combine a Índia com Nepal, Butão, Sri Lanka ou Maldivas, com um especialista dedicado a cada destino.
  • Saídas garantidas: circuitos com data fixa que saem independentemente do número de passageiros, inclusive saídas em espanhol, boas para casais e grupos pequenos.
  • Poder de compra: contratos com mais de 3.000 hotéis em toda a Índia, de palácios históricos a resorts de praia.
  • Credenciais verificáveis: ISO 9001:2015, certificação GSTC, cinco National Tourism Awards do Ministério do Turismo da Índia e seguro de US$ 1,1 milhão para os clientes.

8 dias / 7 noites — Taj and Tigers (saída garantida, aos sábados)

  • Ida e volta a partir de Delhi: Velha e Nova Delhi, Agra e o Taj Mahal, e Fatehpur Sikri.
  • Duas noites perto do Parque Nacional de Ranthambore para safáris de tigre, depois Jaipur e o Forte Amber.

14 dias / 13 noites — Rajasthan Completo (saída garantida em espanhol, aos sábados)

  • Delhi, as havelis pintadas de Mandawa, Bikaner e Jaisalmer, a cidade do deserto.
  • Jodhpur, os templos de Ranakpur, Udaipur, Jaipur e Agra, com retorno a Delhi.

6 dias / 5 noites — Fascinating Kerala (saída garantida, aos sábados)

  • Ida e volta a partir de Kochi: Fort Kochi, as redes de pesca chinesas e um espetáculo de Kathakali.
  • Plantações de chá de Munnar e, depois, Kumarakom, no Lago Vembanad, para os backwaters de Kerala.
  • Cobertura: escritórios próprios em toda a Índia; empresas parceiras no Nepal, Butão, Sri Lanka e Maldivas; sede em Noida, na região de Delhi.
  • Clássico e luxo: Triângulo Dourado, Rajastão, Varanasi, Sul da Índia, Himalaia e Nordeste indiano, hospedagem em palácios, o trem de luxo Palace on Wheels e casamentos reais no Rajastão.
  • Linhas especializadas: vida selvagem e aventura (parques como Ranthambore e Kaziranga), sol e praia (Goa, Kerala, Tamil Nadu, Ilhas Andaman), bem-estar e ioga, e golfe na Índia, Nepal e Butão.
  • MICE: reuniões, incentivos, congressos e eventos, como parte da rede Pacific World; a Le Passage organizou a 8ª Cúpula do BRICS em Goa (2016).
  • Serviço em destino: equipe própria de guias, frota com GPS e Wi-Fi e gerentes de conta com equipes por idioma.
  • Responsabilidade: fundação própria de responsabilidade social, a Shaping Lives, que apoia ONGs locais que o cliente pode visitar.
  • Entrada na Índia: brasileiros precisam de visto; não há visto na chegada. Solicite o e-Tourist Visa apenas em indianvisaonline.gov.in, de 4 a 120 dias antes da chegada: US$ 25 para 30 dias (US$ 10 para chegadas de abril a junho), US$ 40 para 1 ano ou US$ 200 para 5 anos, mais 3% de taxa bancária. Passaporte válido por 6 meses e com 2 páginas em branco. Todo viajante também precisa preencher o e-Arrival Card on-line nas 72 horas antes do pouso.
  • Outros países: o Nepal emite visto na chegada ou on-line (US$ 30 para 15 dias, US$ 50 para 30 dias). O Butão exige visto aprovado antes da viagem (US$ 40), a Sustainable Development Fee de US$ 100 por adulto por noite (valor definido até 31 de agosto de 2027) e guia credenciado. O Sri Lanka exige ETA on-line (US$ 50). As Maldivas dão visto gratuito na chegada, com a declaração on-line IMUGA nas 96 horas anteriores.
  • Febre amarela (CIVP): exigido por Índia, Nepal, Sri Lanka e Maldivas de quem sai do Brasil (a partir de 9 meses). A Índia só aceita o certificado original em papel (sem fotocópia, digitalização ou QR code no celular) e pode impor quarentena de até 6 dias a quem não o apresentar; vacine-se pelo menos 10 dias antes do embarque. O Butão não pede, mas os países de conexão pedem.
  • Fuso horário: Índia e Sri Lanka estão 8h30 à frente de Brasília; Nepal, 8h45; Butão, 9 horas; Maldivas, 8 horas.
  • Moeda: rupia indiana (INR). Declare na chegada valores em espécie acima de US$ 5.000.
  • Tomadas: tipos C, D e M na Índia (230 V); plugues brasileiros de três pinos precisam de adaptador.
  • Idioma: hindi e inglês são oficiais; o inglês é muito usado no turismo.
  • Dica local: Kerala e Tamil Nadu também têm a monção do nordeste, de outubro a dezembro, aproximadamente; oriente o cliente a procurar um centro de medicina do viajante sobre malária e outras vacinas para o roteiro.

Não há voo direto do Brasil

  • Toda rota para a Índia tem pelo menos uma conexão.

Principais opções com uma conexão

  • Emirates via Dubai: de São Paulo (GRU) a Delhi em cerca de 23 horas ou a Mumbai em cerca de 22 horas; do Rio de Janeiro (GIG) a Delhi em cerca de 21 horas ou a Mumbai em cerca de 20h30.
  • Outras opções com uma conexão: Qatar Airways via Doha, Turkish Airlines via Istambul, Ethiopian via Adis Abeba, SWISS via Zurique e British Airways via Londres.
  • De Recife, Fortaleza, Salvador e Natal: conte com duas conexões, via São Paulo ou Rio, ou via Lisboa com a TAP e depois um hub no Golfo ou em Istambul.
  • Os hubs do Golfo foram afetados pelo conflito no Oriente Médio em 2026 e a malha ainda pode mudar; tenha uma alternativa pela Europa ou por Istambul.

Chegada e conexões regionais

  • Quem tem e-Visa deve chegar por um aeroporto autorizado, como Delhi, Mumbai, Bengaluru, Chennai, Calcutá, Kochi, Goa ou Jaipur. Leh (Ladakh) é acessada por voo doméstico depois da entrada.
  • Katmandu, Colombo e Malé têm conexão pelos hubs do Golfo, Istambul ou Delhi. Só a Drukair e a Bhutan Airlines voam para Paro, a partir de hubs no sul e no sudeste da Ásia; a Drukair abre uma rota Dubai–Paro duas vezes por semana a partir de novembro de 2026.

Meses mais frescos e secos: Norte da Índia, Rajastão e Triângulo Dourado (outubro a março)

Outubro

Novembro

Dezembro

Janeiro

Fevereiro

Março

Calor e monções: temporada de Ladakh e do Himalaia (abril a setembro)

Abril

Maio

Junho

Julho

Agosto

Setembro

A Boarding Gate representa Le Passage to India no Brasil e na América do Sul. Para agências de viagens e operadoras:

  • Treinamento: sessões online ou presenciais para sua equipe vender Le Passage to India com segurança.
  • Suporte de vendas: respostas sobre o produto, ajuda com propostas e materiais de venda em português.
  • Famtours e visitas de inspeção: quando disponíveis, para conhecer o produto de perto.
  • Atendimento em português: use os botões desta página ou escreva para info@bgate.com.br.
  • Saídas garantidas: dias fixos de saída toda semana, com roteiros definidos em inglês, alemão, italiano e espanhol.
  • Gestão de contas: equipe de atendimento dedicada a cada parceiro, organizada por idioma de mercado.
  • Benefícios: upgrades, early check-in ou late check-out e experiências locais em hotéis selecionados.

Informações verificadas em 14 de outubro de 2026

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